sexta-feira, 19 de agosto de 2016

DNA da arquitetura


A ideia é buscar as origens, o gen, a raiz. Num linguajar mais arquiteônico as fundações e os alicerces da minha formação profissional como arquiteto e urbanista. Quando comecei usava a prancheta com régua paralela e esquadros de 45° e 30° entre outras ferramentas hoje bastante estranhas, tais como; o normógrafo. Enfim. Hoje , vejo as referências nas revistas eletrônicas e e comparo com os meus projetos ainda na faculdade e recém formado e vejo a contemporaneidade deles.
Filho de dois arquitetos que se conheceram e casaram na faculdade de arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, desde muito cedo convivo com a disciplina que uniu os meus pais na década de 60. 
O nome Concepção Arquitetura é uma homenagem as Mães geradoras (Mães em matéria, Mães universais), e referência a gênese do projeto arquitetônico. Meus melhores projetos sem dúvida foram quando estava mais conectado com esta força primordial da Mãe Terra, assim foram: várias residências, assim foi a exposição no MIS/SP do Viver Bem Jovens Talentos, o Anexo II da UFCSPA, a Praça de Maquiné, entre outros projetos. Não pensei nem em termos comerciais e nem no quanto fosse parecer joia para os colegas.
Hoje a transformação segue seu curso, inerente a profissão de arquiteto, o crescimento é natural, e se rever é compreender melhor a prática. Agradecer por todos os projetos e experiências, agradecer pela ancestralidade, agradecer pelo FNDE, agradecer a oportunidade de estudo. 
 
O momento agora é de estabelece um foco e mirar o alvo.  

Saudações. Gabriel B. M . B. Gomes













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